Colecionismo de Ex Libris  

O colecionismo de Ex libris é pouco difundido no Brasil mas possui adeptos em todo o mundo a pesquisa desta pequena figura que marca a autoria de uma obra era usado principalmente em livros.

O uso de uma imagem escolhida mas nem sempre desenhada pelo próprio autor tornou-se assim uma marca de propriedade bibliográfica, que podia ser o simples nome do autor ou até mesmo imagem surrealista onde a imaginação do autor estava mais livre de ser expressa que sua própria obra.

Esta figura era colada nas primeiras páginas do livro, de forma suave, o que dificulta hoje que seja encontrado os mais raros ex libris que se perdiam facilmente de suas obras.

 

Gerando polemica desde de que surgiu esta pequena figura divide hoje colecionadores e estudiosos sobre o uso de hífen ou não em seu nome.

A duvida sobre a colocação ou não do hífen fica sanada por Carlos Pastorino, citado por Manue Esteves, quando no “Boletim da Sociedade de Amadores Brasileiros de Ex libris” afirma que entre os dois vocábulos não há hífen por serem duas palavras latinas distintas

O PRIMEIRO EX LIBRIS

Texto e foto  retirados do site

www.brasilcult.pro.br

Quanto a origem, existem diversas opiniões de onde e quando surgiram os ex libris, sendo que uns dizem ser o primeiro, o de Hildebrand Brandenburg de Biberach, uma gravura em madeira, representando um anjo a segurar um brasão de armas e colorido à mão por volta de 1470. Outros afirmam ser o mais antigo o do rei da Boemia, aqui reproduzido, o ex libris armoriado de Georgis de Podebrady, falecido em 1471.