|
|
Da Eco 92 ao pré – pago
Cartões pré-pagos a nova moda da telecartofilia no BrasilTEXTO RENATA LIMA Quando
em 1992 foi lançado no Brasil oficialmente o cartão telefônico não era então a
telecartofilia um colecionismo como é hoje. Poucos
eram aqueles que gostavam daqueles retângulos. Basicamente no Brasil a febre do
colecionismo era a cartofilia ou o colecionismo dos cartões postais. O cartão
telefônico foi se impondo e seus adeptos foram surgindo lenta e sistematicamente
muitos "emigrando" da filatelia. Podemos
afirmar que a febre deste colecionismo teve seu ponto Maximo em 1997, daí em
diante veio crescendo e se espalhando no Brasil. Mas no resto do mundo este
colecionismo já alcançava números significativos, e vinha sendo colecionado
desde 1986 é o caso por exemplo do Japão que neste ano já havia emitido 16.000
cartões. É curioso notar que os primeiros colecionadores no Brasil descobriram esta maravilha em outros países ou foram introduzidos por comerciantes ou colecionadores em geral que traziam esta novidade para o Brasil. Como nesta época o ponto maximo de encontro de multicolecionismo era na Feira do Passeio Público do Rio de Janeiro podemos pensar que teria sido ali o início de mais um colecionismo no Brasil. Se os tradicionais cartões Brasileiros lançados na Eco 92 não tinham alcançado seu ponto Maximo no Brasil imaginem os pré-pagos que ainda não existiam aqui e já estavam surgindo nos Estados Unidos e em outros paisesque lançaram estes cartões junto com seus telefones celulares. Em 1993
apenas 19 cartões telefônicos circulavam em todo o país o primeiro teste com um telefone público o
cartão no Brasil ocorreu em janeiro de 1990, quando foram utilizados cartões
tipo magnéticos, produzidos pela General Elétrica Plessey Telecommunications.
A
implantação oficial do Telefone Público a Cartão Indutivo, a nível nacional,
ocorreu em junho de 1992, por ocasião da RIO/92, sendo que os cartões produzidos
para a ocasião, traziam estampas de temas ecológicos, característicos deste
grande evento. No
começo o colecionador podia dar o luxo de colecionar todos os cartões que saiam,
mas atualmente a opção por um tema é a melhor solução uma vez que, já foram
lançados no Brasil muito mais que 20.000 cartões
diferentes. Quanto
aos pré –pagos foram surgindo de forma tímida feios sem grandes atrativos para
os colecionadores. Em 1999 basicamente houve uma percepção por parte das
companhias telefônicas que assim como investiam no cartão para uso em telefone
público e com os sistema de créditos, introduzidos nos aparelhos, os celulares
trouxeram uma maior diversificação destes cartões que hoje oferecem tanto em
imagem como utilização uma grande variedade. O
colecionador ou telecartofilista ainda esta um pouco refratário mas aos poucos
vão se deixando levar pelas belezas e raridades contidas nos cartões pré –
pagos, tanto para celulares como para telefones
públicos. Os
cartão pré – pagos em sua maioria são vendidos com tarjas que cobrem um número
que deve ser digitado nos celulares ou em outros telefones que possam ser
usados. Os créditos são ativados neste momento podendo ser usados de uma só vez
ou diversas vezes isto vai variar de acordo com o país, estado ou
tecnologia. Estes
cartões possuem uma validade mais rigorosa que os indutivos e veja o que
acontece quando a validade termina: Em alguns casos eles podem ser reabilitados
recarregados etc. como por exemplo é o caso do sistema abaixo. Este é apenas um exemplo existem hoje milhares de cartões espalhados por todo o mundo que funcionam de diferentes formas, sendo principalmente adequados a cada necessidade.
Cards Uma Mania Americana texto Renata Lima
O colecionismo dos cards é uma tradição americana que chega quase dois séculos depois no Brasil. Para os americanos possuir uma boa coleção de Cards que podem variar entre: Basquetebol, Futebol e Futebol americano é um grande simbolo de Status e também um grande investimento.
São cartões em série, impressos e colecionados desde o século passado, que fazem parte do nosso acervo. Nossos Cards são de temas e épocas diferentes, nacionais e estrangeiras, coleções completas e avulsos. Cards Serial cards were printed and collected since last century, and have a starring role in our heap. Our Cards portray different themes and epochs, both national and foreign, complete sets and spare.
A impostância deste colecionismo no Brasil chegou a um nível tão grande de difusor cultural que é comum muitos país colecionarem pensando em deixar para seus filhos um legado tanto cultural como financeiro. No próximo número desta revista matéria completa sobre a história dos Cards e depoimento de americanos colecionadores.
Carros antigos máquinas
maravilhosas. Cada lançamento de um
carro novo, vinha cercado de mistério e principalmente de supertição quanto ao
nome, como uma marca de identificação com o usuário precedia também de algo
sobrenatural em seu conteúdo. O nome é na realidade a
personalidade do carro, mas para os primeiros fabricantes que tratavam este
lançamento como algo pessoal, esta identificação tinha antes de tudo que invocar
algo ligado a sorte e a fator pessoal de seus fabricantes e com o modelo
apresentado. Buscando a perfeição
nesta grandiosidade de escolha que era o nome vinha à parte da aceitação que era
puramente um caso de sorte, neste momento conceitos atuais de Marketing de venda
ainda não existiam, as propagandas eram feitas em forma de textos apelativos e
figuras dramáticas. Estes fabricantes
buscavam através do nome do carro uma identificação intima e apelativa de venda
direta, e esta aceitação apenas um golpe bom da sorte. Mercedes por exemplo, era
o nome da filha adolescente do projetista do carro, Rolls Royce era a sociedade
entre Mr. Rolls e Mr. Royce, Ford como todos sabem é de Henry Ford, Lincoln do
presidente Abrahan Lincon e assim por diante os nomes iam sendo
escolhidos. Dando segmento a este
habito da época um fabricante alemão que tinha desenvolvido um projeto de um
carro simples perante aos Mercedes, e Rolls Royce que se apresentava se vê em
uma situação bastante difícil, estava definido que estes carros já existentes
pertenciam a um consumidor de grande poder aquisitivo, porque estas marcas já
nasceram caras. Surge então o carro do povo que também se incluía nesta questão
tão difícil que era o nome, paralelo a isto este momento invocava no Brasil um nacionalismo por parte das classes
populares que viam com olhos críticos
as invenções estrangeiras, e uma grande divisão de classes através da
ostentação de bens de consumo, e este carrinho que estava para surgir tinha que
ter: um nome que desse sorte, com as características alemãs e agradar ao
nacionalismo das classes populares no Brasil. Assim surgiu o Wolkswagem que
literalmente significa o carro do povo e assim foi, hoje ele tem vários nomes,
fusca o Zé do Caixão como era chamado o fusca quatro portas, os apelidos também
cercam os lançamentos. Ford bigode quem não
ouviu falar? As jardineiras? E Marta Rocha seria somente uma mis? Belo Antonio
era o Sinca Chambord e assim até hoje grandes empresas de marketing buscam
através dos nomes atingir o publico a diferença é que hoje confiam em pesquisas
e no início do século confiavam na sorte e em Deus.
Flagrante da história de nossa música
Postal
and Monetary History of the Gulf Arab States and the consequences of the
withdrawal of the "external" rupee of Persian Arab Gulf States in 1966.
From
the beginning of the 19th century, the British established contact with
different local leaders of the Arab coast and Persian Gulf. In 1820, the
representatives of the British government signed a general peace treaty with the
Sheik of Bahrain and other important Sheiks on the Pirate Coast, baptized
afterwards as the Trucial Coast. During
that time, the most influential Sheiks were the Qassimis who controlled Ras Al
Khaimah, Sharjah and other areas of the Gulf Coast, and Lingeh province. In
November 1914, the leadership of British-ruled India invited the Sheik of Kuwait
to reach out to the North in order to support the southern flank of British
Indian mission in Bassorah. The
postal service and currency until Indian Independence
The
Indian post office opened in Bahrain on August 1, 1884. Indian
Independence and Its Consequences
Oil
production had started in 1933 in Bahrain, while World War II had postponed the
exploration of deposits found in Kuwait in 1938. Likewise in Qatar, the oil
found in 1939 was not explored until 1947. Development Until
1966
Among
the Trucial States, the British recognized the separation of Fujeirah and
Sharjah in 1952. The former empire of the Qawasim (Sharjah and Ras Al Kaimah)
was broken up. Matéria tirada do site: http://www.collectornetwork.com/article_postal
Ovos de Páscoa Fabergé Depois que os revolucionários bolcheviques
conquistaram o poder na Rússia, substituiu-se o luxo dos czares pela parcimônia.
A oficina de Fagergé foi fechada em 1918. Ele fugiu para o exterior, onde
contava com a reputação de ser o melhor joalheiro do mundo. Faleceu na Suíça, em
1920 e atualmente sua obra alcançam valores inestimados e são colecionadas em
grande parte do mundo. Faberge History
The
then wife of the Czar, Maria Feodorovna had purchased a pair of cufflinks from
FABERGÉ for her husband, Czar Alexander III. From then on, the customers of this
family enterprise included the rich and noble. The
FABERGÉ firm was founded in 1842, by Peter Carl’s father, the jeweler Gustav
Fabergé. However, only after Peter Carl joined the company did it succeed in
attaining the pinnacle of European artistry. In 1869 he sold the first pieces to
the St. Petersburg Hermitage. In 1885 FABERGÉ won the Gold Medal at an
exhibition in Nuremberg for his replicas of the antique Scythian treasure of
Kerch. The same year Czar Alexander III gave him the order to produce the first
Imperial Easter egg. The result the Hen egg was received so enthusiastically by
the ruler, who was worshipped as divine, that he renewed the order for an Easter
egg every year thereafter. At the Russian Orthodox Easter festival, he gave them
to his wife. From 1895 to 1916, his successor, Nicholas II, gave two Easter eggs
each year, one to his wife and one to his mother. In 1896 FABERGÉ produced all
the gifts for the coronation ceremonies for the young Czar Nicholas
II. The
opening of the first branch in Moscow one year later began a development that
would end with FABERGÉ as the largest company in Russia with 500 employees and
branches in Odessa (1890), Kiev (1900), and London (1903). The move to new
headquarters on Bolshaya-Morskaya 24 in St. Petersburg at a cost of a half
million rubles was a visible expression of the rise of the dynasty. In all, more
than 150,000 pieces of jewelry and Objets d’ Art were produced in the various
workshops, all of them unique. In
1914, however, the jewelry manufacturer’s star began to fade. Many of the
craftsmen were drafted into military service. The Czar ordered Peter Carl
Fabergé to produce hand grenades and shell casings. In 1918 the Bolsheviks
nationalized the company. In
1924 Peter Carl’s sons, Eugène and Alexander, founded the company “FABERGÉ &
Cie” in a vain attempt to revive the faded reputation of the company. However,
the void left behind by their father, who had died four years earlier, was too
great. In
1951 the company name was transferred to FABERGÉ Inc. In 1989, its legal
successor, FABERGÉ Co., New York, appointed the Pforzheim jeweler VICTOR MAYER
as the exclusive worldwide workmaster for FABERGÉ and authorized it to market
the precious FABERGÉ works of art through the members of the Collegium FABERGÉ.
Ever since then VICTOR MAYER has been selling exquisite jewels and Objets d’
Art, and is continuing the life-work of Peter Carl
Fabergé. A
habilidade do joalheiro Peter Carl Fabergé eternizou a oplência dos czares da
Rússia em jóias feitas especialmente para a Páscoa. Os
primeiros trabalhos de Fabergé não traziam nenhuma novidade eram ovos esmaltados
de pouco mais de 6 centimetros que a czarina Maria Feodorovna ganhou do marido
na Páscoa de 1885. Mas sob esta simplicidade na maioria das vezes cobertas por
uma fina camada de esmalte se escondia obra rara esculpidas e cravejada com e em
pedras
preciosas. Hoje estes
ovos fazem parte das maiores coleções particulares e também são indispensáveis
no acervo dos maiores museus.
|
|
|