Colecionador e ciência

 

Navegando pela internet achei este texto, comecei a ler e vi que eu tinha escrito ele há muito tempo. Fui ver os créditos e achei

Texto de Xiloca e Renata Lima

 

A principio fiquei um pouco chateada, não pelo uso dos meus textos, pois estão aqui para uma ampla pesquisa.

O que me preocupou foram algumas mudanças e também por não saber quem é Xiloka

Porem lendo até gostei dos complementos que a Xiloka colocou.

Já que ela usou meu nome resolvi reproduzir o texto aqui agora tirado do site dela Xiloka que continuo sem saber quem é.

 

Concordo com quase tudo que ela acrescentou ou modificou do meu texto original o que não concordo colocarei em vermelho.

Colecionismo é uma ciência?

Máxima da interrogativa atual, porque são muitos os aspectos que envolvem a palavra colecionismo.

 

A pergunta o colecionador quem é? , ou quem é ele? , envolve uma abordagem ampla da sua interação com ele mesmo, as coisas, o meio ambiente, ou seja, o colecionador como atuante do meio em que vive, das tradições que viveu ou viveram as civilizações.

Como um ser social e político o homem em si é motivo de estudo desde os primórdios da Filosofia Grega. A questão do “homem – colecionador” faz parte, de um estudo relativamente recente (aqui Xiloka vc deveria acrescentar no Brasil), pois na Europa e Estados Unidos este estudo é centenário.

Este estudo é urgente e eminente porque o colecionador está cada vez mais interagindo com as coisas que o cercam, de forma intensa e modificante.

 

Não temos a pretensão ou embasamento para obter resultados mirabolantes ou dogmáticos, o que fazemos aqui é transmitir nossa ampla experiência empírica (neste ponto discordo um pouco, pois o IPC possui uma equipe acadêmica e cientifica de colaboradores que diariamente pesquisam o ato de colecionar em todos os seus aspectos de forma cientifica.).

Esta consciência da importância do colecionismo é universal, existencial e estruturalista. O enfoque que vamos dar é basicamente voltado para lugar onde o homem ocupa e sua relação com o todo, o Universo das coisas que o cerca.

Surge então o problema contextual, onde cabem as perguntas: como?, Onde, Que aspecto examinar que Método usar ou qual a ciência aplicar.

Vamos começar por uma reflexão do homem em uma visão humana, este estudo sem duvida deve buscar uma paixão intrínseca ao tema.

 

As pesquisas modernas sobre o homem já não buscam uma visão embasada no mundo cosmocentrico dos filósofos. Temos que abordar no estudo do tema, o colecionador como: homem cultural, social, político, existencial, intuitivo, utópico, apaixonado, possessivo e estudioso seja qual for o enfoque temos como principal objeto o homem em sua totalidade.

Para o colecionador cabe o papel de ser estudado sob um estatuto próprio e evolutivo. (hoje esta visão esta um pouco retrógrada, pois sabemos que o colecionador pode ser estudo pela ciência moderna evolutiva, e não por um estatuto próprio).

 

As informações da interatividade do colecionador com o Universo através dos objetos que o cercam, no caso as coleções ainda são de observação.

Comprovadamente as coleções vão tomando de forma ampla, lugares antes que estavam vazios. Ou seja, decorador, por exemplo, (aqui Xiloka vc poderia ter mencionado outras cadeiras como: publicitário, médico, cientistas, advogado, marchantes, pesquisadores, historiadores, curiosos, ou seja o estudo moderno do colecionismo, não limita mais suas interfaces com as demais ciências.).

Ou seja quando paramos para refletir encontramos o colecionismo em quase todos os seguimentos. Já sabemos que o colecionador é um “buscador”, mas a este fator puramente emocional existe um fator a ser acrescentado que é a visão do homem como ser fisiológico e mundano, ou seja ele pertence ao mundo e atua nele através do corpo, que por sua vez tem necessidades da” alma” .

 

O comportamento do colecionador não é em nada diferente ao de qualquer outro que se depara com a necessidade ou a satisfação de um desejo neste caso a satisfação do colecionador se difere por ser saciada em pequenas doses ou seja a cada um ou mais itens de seu objetivo ele tem uma satisfação momentânea.

Podemos até sugerir que colecionar é uma das atitudes que o homem toma no confronto diário com seu existencialismo. Esta seria por mais ainda uma das maravilhosas opções que a natureza nos oferece.

Para compreender a verdadeira natureza do homem colecionador é essencial uma pesquisa aprofundada de suas características, e este é um dos objetivos do IPC.

Bibliografia.

 

Quem é o colecionador por Renata Lima e Xiloca.

 

 

 



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